Na indústria, pequenas informações do chão de fábrica podem revelar muito sobre produtividade, paradas, qualidade e rastreabilidade. O desafio é coletar esses dados de forma organizada e utilizável.

A coleta pode envolver apontamentos manuais, sensores, máquinas, robôs de produção, CLPs, sistemas internos, ERP, WMS ou aplicações específicas desenvolvidas para a operação.

Antes de integrar tudo, é necessário definir quais eventos realmente importam: início e fim de lote, parada, falha, quantidade produzida, operador, equipamento, tempo de ciclo e etapa do processo.

Quando esses dados chegam com consistência à gestão, a empresa ganha visão mais clara da produção e consegue agir com base em informação, não apenas em percepção.